Decididamente ando incomodado, introduzi moderação de comentários porque um (a) anónimo(a) começou a perturbar as minhas ideias.
Começou e continua a obrigar-me a eliminar os ditos comentários.
Não perde a ocasião para me apelidar de “Fofo”, “maluco”, “parvo”, etc… , para além de insultos dirigidos a amigos meus, o que, de forma repetida se torna cansativo e me vai obrigar a tomar uma decisão…sair do blogue.
Assim, inicio a minha marcha, acto ou efeito de marchar.
A marcha da vida está directamente relacionada com os percursos que se vão disponibilizando a cada instante e intrinsecamente relacionada com a força, a vontade e o conhecimento de cada um.
Digamos que a parte animal determina a marcha normal, o trote ou o galope.
Assim:
- Marcha normal, a marcha que todos efectuamos mesmo que em direcção ao abismo;
- Trote, marcha provocada pelos pontapés que nos vão dando no traseiro;
- Galope, marcha rápida por vezes para a morte;
- Marcha militar, marcha ritmada e compassada em tempo de paz à espera de uma guerra;
- Marcha religiosa, marcha santa que serve de pretexto para as mais diversas atitudes, depende da religião;
- Marcha nupcial, a primeira ilusão para a separação;
- Marcha harmónica, onde os instrumentos contam na mão ou na boca de alguns artistas;
- Marcha fúnebre, normalmente o morto é sempre a “boa pessoa”, maus são os que o acompanham à sepultura;
- Marcha do poema, o caminho de umas palavras a dissimular o amor, o ódio, a alegria e a tristeza;
- Marcha atrás, o recurso usado in-extremis para terminar o “é bom, não foi”. Quando andamos a fugir do nosso semelhante, noutros contextos, noutros pretextos, noutras ilusões.
Há quem marche ao colo, às costas aos empurrões e até a dançar o tango.
Sinto-me um marchador, a marchar em muitas das situações citadas.
Porque apenas me resta “contra os canhões marchar”…
Deixo-vos aqui o meu Adeus, até…. (nem eu sei!)………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………