Acordei bem cedo, bem disposto, bem dormido! As minhas companheiras de cama estavam todas enroladas umas nas outras e ainda quentes.
Liguei o computador e as caixas de mensagens estavam completamente vazias. Comecei a procurar as noticias do dia on line e abri a boca de espanto com os titulos que ia encontrando.
"Presidente da Republica chama José Socrates a Belém, está iminente a queda do governo socialista"
"Ministro das finanças diz que IRS vai baixar já no próximo mês"
"Parlamento europeu publica directiva que impõe a reforma aos 50 anos, para criar mais postos de trabalho e desenvolver o turismo internacional"
"Plataforma sindical propõe descida de salários compatível com descida anunciado dos impostos"
"Isabel Alçada convenceu Fernando Nogueira a permutar com José Carlos Martins a presidência dos sindicatos dos professores e dos enfermeiros"
"Aprovado novo estatuto disciplinar para os professores, não podem ser empurrados pelos alunos se não levarem de seguida, um pontapé, um soco e uma dentada"
"Enfermeiros aumentados em 80% no subsídio de desemprego"
"Pinto da Costa convida Luís Filipe Vieira para criar museu do futebolna Africa do Sul, tendo sido nomeado director do museu Carlos Queirós"
"A Páscoa este ano vai ser uma festa do diabo, Sol no litoral minhoto e chuva intensa com queda de neve no Marão"
Tocou o telefone, anónimo(!), pode ser a Green, pensei eu..."estou, se a menina Honesta está em casa? Desculpe, mas aqui fala o penicilinas!, "desculpe, não queria ligar para a farmácia"
Olho para o calendário e o que vejo:
(adaptado pelo Melga, do poema com o mesmo nome (a itálico e negrito), de Fernando Pessoa ou antes Alberto Caeiro, para quem se dedica a estudar heterónimos)
Se eu pudesse trincar a terra toda E sentir-lhe um paladar, Talvez hoje não estivesse Aqui a lamuriar. Seria mais feliz um momento… Mas eu nem sempre quero ser feliz. E para que queria ser mais feliz Se a felicidade nada me diz? É preciso ser de vez em quando infeliz Para se poder ser natural… Porque ser natural na terra É fazer bem e esperar mal!
Nem tudo é dias de sol, E a chuva, quando falta muito, pede-se. E molha-nos até ao tutano, Em qualquer estação do ano! Por isso tomo a infelicidade com a felicidade Naturalmente, como quem não estranha, Que haja maldade ou bondade Quando vamos na enxurrada, Que haja montanhas e planícies E que haja rochedos e erva… Que haja tanta traição Saída do coração!
O que é preciso é ser-se natural e calmo Na felicidade ou na infelicidade, Como se nada se passasse De mentira ou de verdade. Sentir como quem olha, Pensar como quem anda, Calar como quem vê, Sorrir como quem sofre! E quando se vai morrer, lembrar-se de que o dia morre, E que o poente é belo e é bela a noite que fica. Assim é e assim seja… Porque a morte tudo leva, Da ostentação à inveja!
Porque os meus leitores podem intoxicar-se com tanta overdose, deixo-lhes aqui um texto e uma música mais consonante
Se os textos anteriores fazem parte da minha terapêutica mental, este, que por sinal é já conhecido de alguns, pretende desencadear em todos vós uma onda erótica, introdutória de um fim de semana frio no tempo mas quente na Paixão( não só de Cristo, por estarmos em temos de Páscoa).
Deleitem-se, leiam, ouçam, amem, degustem, saboreiem, repitam as vezes que quiserem porque eu vou começar a fazer as minhas comprinhas da Páscoa (umas amendoas para uns amigos e uns ovinhos da Pascoa para uns afilhados que olham para mim como o galo dos ovos de...chocolate.
Fiquem a saber que sou muito guloso, Napolitanas, Cláudias, Helenas, etc...tudo que vem ao dente não escapa, podem ser de sobre(a)mesa, que eu trinco-as em três tempos:
1- no saco ou no prato;
2- na boca;
3 -no papo.
Ai...minhas amêndoas...aqui vai o texto:
O erotismo humano na ponta da língua…
Naquele dia acordei mal disposto, muito mal disposto e não queria ver ninguém.
Depois de uma caminhada á beira-mar, a brisa fresca que se fazia sentir foi-me acalmando e começou a crescer em mim a ideia de que podia transformar um dia difícil em momentos bem mais apetecíveis.
A ideia que era ténue, começou a fixar-se com muita intensidade na minha mente.
Acelerei o passo e disse para com os meus botões “Vai ser hoje”.
Calcorreados cerca de oito quilómetros o meu corpo estava quente e com vontade de saborear algo de apetitoso que lhe aparecesse pela frente.
Quando cheguei à esplanada da Avenida, sentei-me e olhei em redor. Não faltavam coisas esplêndidas para atacar.
Aquela frescura a olhar par mim de forma irresistível, pensando eu, que com o calor que estava, tudo se derreteria num instante. Cremoso como sempre e doce, diria que num abrir e fechar de olhos já estava no papo, acariciando com a língua cada gota que escorresse...
Contudo, eu já tinha tido o prazer imenso de sentir todo o seu sabor mais profundo, com um misto de crocante apaladado.
Ao lado, a Glória minha conhecida de longa data, olhava para mim como que a dizer “então Melga hoje não me comes?”
Vontade não me faltava mas o manjerico do sidónio estava atento e não queria abandonar a sua igualmente doce amiga.
Pisquei os olhos suavemente, passei a língua pelos lábios para os tornar mais húmidos e quem sabe mais apetitosos pelo realçar da sua vermelhidão. Apoiei a ponta do indicador sobre o lábio inferior e trinquei ligeiramente a unha, enquanto a água me crescia na boca quase não escondendo que me ia babar…
Fixei-me na Glória e nas tíbias bem torneadas, com um aspecto de quem queria que lhe pusesse a mão para, apertando-as, o seu apetitoso recheio se exteriorizasse, tal e qual quando se apertam as bolas (do Manel, onde o Jorge Amado e a Zélia Gatai, também as espremiam quentinhas).
Nata, muita nata ali á mão, não sabia bem quem atacar…mas a Glória, o seu orifício central onde se pode enfiar um dedo e depois rodá-la suavemente, enquanto nos deliciamos ao trincar a sua textura…como quem despe um vestido de seda fina!
Não hesitei mais, é a Glória que vou desconcertar…não muito longe os jesuítas aprovavam a minha escolha…garanto-vos que fiquei satisfeito, muito satisfeito!
Abençoado dia…terminado na esplanada do Zé Natário (Viana do Castelo) onde a pastelaria apresentada e aqui mencionada não deixa ninguém indiferente!
Os vendilhões, espécie proliferativa com caracteristicas de certos fungos, são tóxicos, podendo, em alguns casos levar à morte. Há ainda alguns com propriedades alucinógenas.
A malta do surgical team esforçou-se durante o ano e a cheerleader babou-se toda, qual cadela do Pavlov, para que lhes fossem dados uns prize money.
Para que a baba não se transformasse em ranho peganhento, o moi, ou je, assinou de imediato o valid compliance.
Acontece que os fuck devil supreme, rejeitaram o valid compliance, fundamentando-se em erros grosseiros e untruths.
I insisted, we insist....e quando tudo indicava o prize money ia ser uma realidade, os vendilhões disseram em uníssono-
Não queremos prize money, queremos tempo!
E anda um homem a ficar com cabelos brancos e careco e a dar a cara por gentinha como esta....
Esta gentinha irrita-me, cansa-me a beleza, intoxica-me…e dá-me nauseas e vómitos1
Através da Wiki podem consultar que a Super dose, dose excessiva ou overdose são termos utilizados cientificamente para denominar a exposição do organismo a grandes doses de uma substância, seja ela uma substância qualquer. Popularmente, o termo overdose é utilizado para denominar a exposição aguda a doses excessivas de uma droga de abuso, ocorrendo ou não a intoxicação, isto é, havendo ou não sinais e sintomas clínicos que debilitam o organismo, provocando a falência de órgãos vitais como coração e pulmões e por arrastamento o cérebro. O corpo humano tem limites, eu que o diga. Quando determinadas substâncias são ingeridas (ou injectadas através dos ouvidos ou dos olhos quando sob a forma de documentos) em quantidades que ultrapassam esses limites más reacções podem ser desencadeadas. Em caso de overdose, uma das coisas que não se deve fazer é provocar vómitos, pois isso pode ser muito prejudicial, pelo que em vez de vomitar, vou tentar desopilar lentamente…. Os sintomas da overdose geralmente são: problemas respiratórios e perda de consciência, se bem que neste caso cada vez a tomada de consciência é maior. A overdose é fatal em vários casos e uma das principais causas de morte dos dependentes químicos. Portanto, espero ir desabafando e afastar-me progressivamente da droga, antes que a fatalidade ocorra…
A educação dos filhos começa (ou devia) no ambiente familiar, sendo a escola um forte complemento e contributo para que a mesma se consolide e daí derivem as gerações (não rascas) com valores e com conhecimentos imprescindíveis ao desenvolvimento do ser humano.
Quando um catraio chegava a casa e dizia o prof deu-me um bofardo, não raramente, o pai dizia “ai foi? Então pega lá outro!”
Sem querer regredir no tempo e no conhecimento, ouço pais que agora dizem”ai foi? Para a próxima vai-te a ele”, ou então coisas deste tipo”o que te safa a ti é não teres carta de condução e andares a pé, senão já estavas feita!”, ou ainda “não perdes pela demora”
Não sou defensor do bofardo imediato e diga-se que se a educação for boa no ambiente familiar, tudo isso será desnecessário (não me recordo de alguma ocasião em que o meu pai ou mãe me tenham colocado as mãos no toutiço).
Caso curioso ou não, tive oportunidade de ver há dias uma nota que um prof escreveu para um pai, “Solicitava a sua atenção e agradecia que se deslocasse à escola no dia x, porque o seu filho teve atitudes incorrectas para com alguns colegas e prof” ao que o pai respondeu, “lamentavelmente não posso deslocar-me nesse período à escola, agradecia que sempre que isso aconteça, lhe dê um bem assente, que eu quando ele chegar a casa equilibro-o do outro lado”.
Esta droga da violência nas escolas irrita-me, cansa-me a beleza e intoxica-me…
Mas, mais ainda, quando verifico que de há vinte anos para cá as coisas se definham cada vez mais, vejam lá que os meninos mimados e birrentos já chegaram à Assembleia da República.
Não é quando chamados à atenção, ou porque discordam com alguma coisa, se atiram a fechar os computadores com toda a violência possível. Pois é, não lhes custaram dinheiro, entra-lhes tudo nas mãos e pensam que estão a brincar com as coisas lá de casa…falta de educação e de respeito com o que não lhes pertence…Não têm quem lhes dê uns açoites…
E o senhor que não queria respeitar a indicação protocolar da Assembleia? Pode parecer uma chinesice, mas chegar a um lugar no governo e nem sequer saber que as regras devem ser cumpridas e em plena Assembleia recusar a começar o discurso com “Sr. Presidente…”
Esta droga de meninos mal comportados na Assembleia irrita-me, cansa-me a beleza e intoxica-me…
Num pequeno sintoma de melhoria, o meu SLB dá sinais de vida, mas continuo a ver coisas que não me agradam nos meandros do futebol nacional…, não é que este país, que está de tanga, teve a necessidade de mobilizar recursos policiais para escoltar claques de futebol em mil quilómetros de auto-estrada?
Mais um exemplo de falta de educação e de civismo.
Esta droga das claques que não se respeitam, irrita-me, cansa-me a beleza e intoxica-me… até já me levou a colocar uma “vespa” para venda, quando eu nunca tive “vespa” nenhuma….sory!
Pois é, chamavas-te Joaquim e eras um filho de "Pai Incógnito"
A mim puseste-me o nome do padrinho, mas não deixaste que eu me chamasse Zacarias!
porque será que não me deste o nome de José?
Porque sabias que no meio de tantos Josés ia existir um "Trocas-te" e um "Penedo"?
Puseste-me nome começado por A.
Não te culpo Pai, mas foi um castigo, durantes anos os professores chamavam-me em primeiro lugar para ir ao quadro!
É a ordem alfabética! Já viste que o nome dos filhos dos professores são: Guilherme, José, Rita, Margarida...? O único sítio onde não aparecia em promeiro lugar era na pauta, quando ordenada pela classificação. Verdade que também nunca fui o primeiro dos últimos!
Hoje, tudo isso é irrelevante, o que interessa é que eu, sendo igualmente Pai, este dia também é meu.
Posso dessa forma exaltar o carinho que me dedicaste, como exemplo a reter plos meus filhos, futuros pais.
Onde os valores como a educação, o respeito e o saber perdoar fazem todo o sentido.
Pai, é o teu dia, é o meu dia, é o dia de todos os Pais de todos os meus amigos, do ciberespaço e de todos os Pais do mundo...
Digam todos comigo:
"PAI, ADORO-TE!"
(ps . a ressaca por overdose está a aumentar e não a diminuir, apesar de hoje me sentir vaidoso pelos elogios dos auditores ingleses)
Ausências forçadas, lutas perdidas.
Surgiste do frio do deserto,
deserto da vida não esquecida!
Mentiras sentidas, ilusões nascidas.
Deitada em jardins floridos,
com amores perfeitos colhidos...
Desejos reais, desgostos inúteis!
Fugiste da vida em noite gelada.
És a minha alma,
Céu iluminado...
Mas, porque me deixas,
Só e abandonado!
Para ti Valença ou Viseu,
amiga que não esqueço.
Honraste-me com a tua visita
neste blogue desconexo.
Por entre amigos desconhecidos
conheço-te bem a ti:
Mulher calma, Mulher menina,
pra sempre na minha estima.
Bjinho e um forte abraço.
um abraço é tanta coisa que só cabe dentro mesmo de um abraço
despedida de alguém querido aparecimento de uma migo sumido sempre termina Num abraço
um abraço tem que ser bem dado E se não for sincero um abraço
um casal no filme antigo um centroavante que faz gol de bico tem que correr pro abraço
Ou prum mala que não tem igual prum emprego que paga mal. pruma cama de hospital um abraço
um bebe no primiero passo no cinema o primeiro amasso O clinche de um soco de tyson um bebado já no bagaço Quem não quer um abraço?
Abraço de lado, abraço de frente abraço apertado, abraço é quente!
Abraço de mãe sensação terna, ou de paixão, abraço de perna
Abraço de morte- um dia ela enconsta abraço por trá...(abraço por trás?)
È só quem gosta de um abraço É de graça! Um abraço, o grito da massa! um abraço, eu vou dar um abraço, já vou me mandar um abraço!
Depois de uma ausência es(forçada) ...em que há sempre alguém que sente a nossa falta sinto-me envaidecido pelos apelos e aconchegos que entretanto recebi.
Estou de ressaca, o que significa que houve uma overdose de qualquer coisinha que me afectou o psiquismo, ressentindo-me fisicamente com a sensação de ter sido em(rabado) enquanto o diabo esfrega um olho. Foi rápida a coisa, mas convenhamos que quando um gajo não tem treino fica ressentido…
“Acho bem que fiques off para essa gentinha que teima incomodar e invejar os outros...mas não o fiques para quem, como eu...nós, te quer bem.:)” (Nina)- agarrando na citação da minha amiga “Stora”” atafulhada nos meandros das inúmeras turmas, geradoras de inúmeros testes onde se denotam inúmeras incorrecções, que mais fazem lembrar aquela do 7 e 7 são catorze com mais 7 vinte e um, tenho 7 planificações mas não gosto de nenhuma…tomei a atitude que considero correcta, viajar… rumo ao Sul, Kapital claro!
Da janela de uma das casas da villa, observo o Tejo na grandeza da sua foz. A meus pés o Jamor. De quando em vez o troar de cc concentrados no motor da moto do Licas (o que este tipo gosta de motos, nem os trambolhões que tem dado o acalmam), muito gosta ele de dar gás por aquela marginal até ao Estoril…e agora até Mafra.
Pequeno-almoço tomado e pés no caminho, desci a estrada da Costa atravessando os viadutos da Cruz Quebrada rumo à estação dos comboios. Sitio esquisito, mal cheiroso e sem perder de todo alguns dos habitantes que se sentem seguros a viver debaixo de pontes.
Entrei no comboio rumo ao cais do Sodré, algo receoso que me aparecesse alguma onda de limpeza de carteiras, porque o meu ar de snob bem trajado convidava a algum tipo de “limpeza”. Gunas, betos e algo mais, os meus companheiros de viagem.
Viagem rápida e sem sobressaltos até ao terminal. Como gosto muito de circular à superfície não me apeteceu descer as rolantes para apanhar o metro.
Em jeito de passeio apeado e fazendo fé nas palavras “Então enjoy!!” (Gingerbread Girl) subi a rua íngreme até à Parisiense para encontrar um velho amigo que por ali anda há muitos anos. Um pastelinho e uma bica foram mesmo a calhar e porque tinha tempo controlado despedi-me, tendo logo ouvido “E nós vamos te esperar! Fica bem, volta logo! abração,”(Chica) e ainda “é assim mesmo!!é mm essa a atitude!! vai, vai espairecer e quando vieres vem visitar as nossas casinhas e comenta, ok??! :D” (Xaninha)
Mais meia dúzia de passos, pausados pelos semáforos, atravessei as movimentadas ruas e fui sentar-me com o Pessoa na esplanada, tendo ouvido de imediato “Bom descanso Melga!! :D”(Lala).
Até pensei que era ele que estava a falar comigo mas não e pensei: “Rise Above! Que é como quem quis... 'caga' nisso e põe ao peito! Não ligues a bocas da reacção! Bom descanso! “(Helga). Não é que o Pessoa estava a cumprimentar o funcionário do governo que se dirigia rua abaixo, no sentido da Assembleia da República, para entregar o PEC (Programa de Espremidela Contínua)!
Olhei em redor, ninguém me liga nenhuma… comecei a sentir saudades das palavras de uma amiga “Off...por quanto tempo? Olha que nós queremos-te aqui, vá lá! (MZ)
Ninguém, mas ninguém mesmo veio ter comigo, levantei-me desci a rua que se dizia ter mulheres bonitas, a cantada Rua do Carmo, muita mulher… mas bonita? Os cafés estragaram-me o gosto, só via iguais, isso mesmo, iguais às de todo o lado e eis que sou abordado por um anónimo “Olá cara, Você não seria melga,meguinha nem melguita!!! Devia ser mosca!!! A mosca anda sempre em cima da merd...... Ok “(anónimo)
Porque será que nem na Kapital este gajo não me larga? Nem lhe respondi até porque as moscas pousam em qualquer coisa, até nas carecas dos Doutores, apenas pensei que prefiro continuar a ser Melga.
Um saltinho até à FNAC e perdido por música como sou, mesmo pimba, que me importa que me chamem chunga, aquilo é que passou a ser “Um bom fim-de-semana Melguinha. Adorei o som.”(…uma nota…)…perdi-me com uma nota…quer dizer muitas notas!
Perdi a noção do tempo e quando saí dali só pensava: “Gostei do "Podem picar mas nunca se esqueçam que... o MELGA sou eu!"... Ali o Anónimo deve de andar com o que se chama na minha terra de "falta de peso".Desculpa lá, mas tinha de mandar esta, já deves de saber como sou :) Ando a estagiar... E a namorar... E gozar esta vida que só serve para gozar e ser gozada, and that´s it :p Cá te espero... Havemos de ter mais "daquelas" conversas ;) (DeepGirl)
Conversas DeepGirl? Jinhos e coiso e tal porque não, o mundo tem que ser vivido como se acabasse hoje! Que o diga o meu colega J. Enes que num momento de loucura, ciumeiras e traições deu cabo da vida dele com o homicídio do M. Levy. Depois da pulseira no tornozelo está de condicional, mas a contas com acertos de justiça para se determinar ao certo quantos anos vai dentro, treze ninguém lhos tira.
O tempo escasseava, tinha que estar na Gulbenkian rapidamente, táxi e é só pagar….duas de conversa com o taxista para ele perceber que eu sei para onde quero ir. Com mil diabos, confusão de rua, o desgraçado ficou com a mala do carro vazia, foi só o tempo de ir almoçar.
Fim do dia, regresso a casa, pastelinho de Belém no bucho, eléctrico de Belém até Algés e mais um doce na Nortenha (vou ficar gordinho vou, doce já era) onde estava à minha espera o resto da fa(melga). Tinha convite para ir até Alcântara mas fica para a próxima…gosto da noite mas menos confusa.
Computador em todo este tempo? Népia …só hoje, quando chego ao Norte, deparo-me com “Pois é Melga basta estar ausente uns dias e tu partes. Mas quem é que quer que sejas dos deles e ainda por cima te leva deste mundo? Não acredito no que estou a ler, aí não acredito mesmo. Volta rapaz e manda-os...passear.”(Brown Eyes)
Sendo esta uma conversa da treta serve a mesma para desopilar e ultrapassar a ressaca…é que sobre a overdose eu não falei…e continuo OFF…
Depois de algumas compensações mas maiores mutilações psicológicas a que me quiseram sujeitar mas não conseguiram, nem conseguirão, tendo em conta que a minha consciência profissional se construiu em valores éticos e deontológicos em concordância com o respeito e a dignidade do ser humano como ser uno, biológico, psicológico e social. Lamento, mas não sou "dos vossos" como vós gostais de catalogar as pessoas...
Meus amigos internautas...desculpem...a partir de agora o Melga vai ficar OFF...dance music...Viana do Castelo.
Podem visitar à vontade...divirtam-se até às tantas...um cheirinho:
Hello, the silence is coming, around or within us…hello!
Este é o meu silencioso Hello a L.O.I.S dedicado. Hello, carregado de energia e coragem para vencer.
O Silêncio é pelos amigos, o silêncio é por mim, o silêncio é por todos, pelos que sofrem e pelos que nos fazem sofrer seja de dor ou de amor.
Não vou comentar os desafios que lancei a cada um dos meus amigos bloguistas apenas avalio que nuns casos acertei, noutros nem por isso e em alguns nada disso e quem sabe alguns disseram que sim só para satisfazer o ego deste Melga.
Atormenta-me a ferida que possa ter aberto num anónimo, digno, tanto ou mais digno do que eu, ele o saberá. Os anónimos são o povo que sofre, não em silêncio porque têm sempre alguma coisa para nos escrever, mas na diferença de não terem um nome. Um anónimo é um anónimo como, como uma Melga é uma Melga anónima para muita gente, mas conhecida por alguém. Ao contrário do anónimo que ninguém o conhece por ser igual a todos os outros.
Ainda eu não era sequer um projecto de vida, já Solon de Atenas dizia”mede as tuas palavras pelo silêncio e o silêncio pelas circunstâncias”.
Por aqui me fico neste silêncio, na antecâmara da comemoração do meu aniversário o dia seis de Março, tenham paciência, não estranhem as minhas ausências…e neste silêncio convido-vos para o aniversário.
DAR-ME aos outros esse é o meu objectivo. "MELGA" é um pseudónimo e uma forma de estar na vida dando ferroadas aqui e ali, sempre que possível deixar máculas e pequenas irritações que qualquer antihistamínico soluciona.
mas quem sou eu? ENFERMEIRO, com mais gosto que desgosto, pronto a ajudar os colegas a encontrar soluções para os reais problemas do dia a dia..mas as soluções tardam e cada dia que passa estão mais dificeis de encontrar.
Como me chamo? MELGA ( EX- TIMON PRESTIGE. Como vivemos infelizmente numa selva em que o salve-se quem puder se constitui como a luz da vida, só me podia retratar numa figura, o Suricata da Disney, aparentemente sem preocupações, sem responsabilidades e um pouco covarde, mas no fundo um Guerreiro do coração...
T - Tentador
I - Irónico
M - Moderno
O - Organizado
N - Noctivago
P - Provocador
R - Realista
E - Entusiasta
S - Sarcástico
T - Traumático
I - Irreverente
G - Gavião
E - ENFERMEIRO
eis-me de corpo e alma!